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É o medo do desconhecido ou do que possa acontecer acompanhado de constrição torácica.
Seria uma expressão somática da ansiedade.
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segunda-feira, 29 de setembro de 2014
sábado, 20 de setembro de 2014
Acupuntura e a Síndrome do Pânico
Síndrome do pânico é uma defesa do organismo
por Angelo Medina
Segundo a MTC, a síndrome do pânico é um esgotamento da energia Jing, que é a essência da energia do rim. Entre os cinco movimentos é o órgão que se relaciona com o medo e o pânico.
Por essa ótica, a MTC considera que o ambiente, influencia diretamente nosso estado físico e emocional, bem como nossa personalidade.
Os cinco elementos estão relacionados aos órgãos e aos temperamentos. A energia do rim (elemento água) representa os sentidos de ação e reação e se relaciona com o medo e o pânico.
As causas do esgotamento do Jing são o excesso de esforço físico e mental, trabalhar demais, doenças crônicas, fatores traumáticos, devido a uma atividade física muito intensa, dieta e sono desregrados e até mesmo a perda de energia em conseqüência do parto.
O mecanismo da harmonia da energia Ch'i (energia vital) e do Xue fortalecem o Jing e a energia do rim assim se consolida. Por isso, o esvaziamento da energia do rim é fruto do esgotamento das energias Ch'i e Xue.
Síndrome do pânico é uma defesa do organismo em estado de estresse, de alerta máximo
Remédios antidepressivos à base de fluoxetina, para tratamento da síndrome do pânico, têm eficácia principalmente na fase aguda da doença, mas eles não promovem a sua cura, mas apenas a remissão dos sintomas.
Para combater os fatores de estresse e preocupação que geraram a síndrome do pânico é necessário: relaxamento, yoga, atividade física moderada, meditação, dieta e sono regulares, psicoterapia. Enfim, mudanças de hábitos de vida.
Acupuntura serve para tratar síndrome do pânico?
Os pontos de acupuntura através das agulhas irão fortalecer as energias Xue e Ch'i do rim.
por Angelo Medina
Segundo a MTC, a síndrome do pânico é um esgotamento da energia Jing, que é a essência da energia do rim. Entre os cinco movimentos é o órgão que se relaciona com o medo e o pânico.
Por essa ótica, a MTC considera que o ambiente, influencia diretamente nosso estado físico e emocional, bem como nossa personalidade.
Os cinco elementos estão relacionados aos órgãos e aos temperamentos. A energia do rim (elemento água) representa os sentidos de ação e reação e se relaciona com o medo e o pânico.
As causas do esgotamento do Jing são o excesso de esforço físico e mental, trabalhar demais, doenças crônicas, fatores traumáticos, devido a uma atividade física muito intensa, dieta e sono desregrados e até mesmo a perda de energia em conseqüência do parto.
O mecanismo da harmonia da energia Ch'i (energia vital) e do Xue fortalecem o Jing e a energia do rim assim se consolida. Por isso, o esvaziamento da energia do rim é fruto do esgotamento das energias Ch'i e Xue.
Síndrome do pânico é uma defesa do organismo em estado de estresse, de alerta máximo
Remédios antidepressivos à base de fluoxetina, para tratamento da síndrome do pânico, têm eficácia principalmente na fase aguda da doença, mas eles não promovem a sua cura, mas apenas a remissão dos sintomas.
Para combater os fatores de estresse e preocupação que geraram a síndrome do pânico é necessário: relaxamento, yoga, atividade física moderada, meditação, dieta e sono regulares, psicoterapia. Enfim, mudanças de hábitos de vida.
Acupuntura serve para tratar síndrome do pânico?
Os pontos de acupuntura através das agulhas irão fortalecer as energias Xue e Ch'i do rim.
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Direito ao Ócio
O lazer ocupa lugar ambíguo na sociedade contemporânea. Para uma tradição moralista, o ócio é o pai de todos os vícios. É o trabalho que enobrece o homem.
No pólo oposto, vários filósofos defenderam - e defendem - o ócio como um momento especialmente criativo, que estaria na própria base da civilização ocidental.
A ambiguidade não se dá apenas no campo teórico. Tem pessoas que transformam a diversão do fim de semana numa espécie de obrigação, em que todas as atividades são minuciosamente planejadas.
Num certo sentido, o trabalho invadiu o domínio do lazer, que deve ser, acima de tudo, "produtivo". Para tirar o máximo de proveito do "tempo livre", é preciso planejá-lo e organizá-lo. É evidente que algo "livre" se perde nesse processo.
Computadores e celulares destruíram as fronteiras do escritório. O trabalho chega a qualquer hora e em qualquer lugar. O excesso de estresse é inimigo do bom desempenho.
As coisas nem sempre foram assim. Aristóteles escreveu: "O primeiro princípio de toda ação é o ócio. Ambos (ação e ócio) são necessários, mas o ócio é melhor do que a ocupação e é o fim em razão do qual esta existe.".
Tanto para os gregos como para os latinos, o ócio é o valor positivo. Não é tanto uma inatividade - embora também possa sê-lo - mas o tempo que alguém gasta em seu próprio interesse.
Quando os valores da produção começam a invadir a esfera do ócio, existe um problema. Fica abalada a ideia grega de tempo que o indivíduo destina a si mesmo. Administrar esse tempo como uma linha de produção desvirtua a noção de liberdade e de descompromisso que caracteriza e dá esse "valor" ao próprio lazer.
Autor Desconhecido
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